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terça-feira, 26 de maio de 2015

Blitz da organização: o antes e depois de um quarto cheio de bagunça!

Bibliotecas comentadas por Bruno Gap

Brunete Fraccaroli apresenta living na Casa Cor SP

Varanda do Colecionador é espaço de Roberto Riscala em CASA COR

casa cor 2015


 http://www.casacor.com.br/saopaulo/.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Piso e Parede expo-revestir-2015

http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/2015-03-04/confira-as-novidades-para-pisos-e-paredes-da-expo-revestir-2015.html

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Qual foi a primeira cidade brasileira a ser planejada?

Foi Salvador, capital da Bahia, fundada em 1549 por Tomé de Souza, o primeiro governador geral do Brasil. A cidade foi erguida tendo como base um traçado geométrico elaborado por Luís Dias, arquiteto nomeado pela Coroa portuguesa. Não sobrou nenhuma cópia da planta inicial de Salvador, mas quando se examina o mapa mais antigo existente, de cerca de 1620, dá para ver que na construção da primeira capital brasileira foi usada uma planta urbana muito semelhante àquilo que os arquitetos europeus do período renascentista (séculos 15 e 16) consideravam como uma cidade ideal. Quando se olha hoje o traçado das ruas da parte central de Salvador, que corresponde ao setor construído por Tomé de Souza, dá para perceber que as quadras e praças são todas retangulares. Na maioria, apresentam forma semelhante a um quadrado, como se fizessem parte de um grande tabuleiro de xadrez. Apesar de Salvador ser considerada a primeira cidade brasileira a ser planejada, os especialistas afirmam que esse título é um pouco discutível.
"Muitas outras vilas e cidades do Brasil obedeceram a critérios de planejamento urbano, com a finalidade de atingir determinados objetivos", afirma o arquiteto e urbanista Antônio Carlos de Oliveira, da Unesp, em Bauru (SP). É que, de maneira geral, as mais antigas ocupações urbanas no Brasil obedeciam a um certo planejamento, ainda que sem um traçado geométrico preciso. Isso porque suas construções tinham funções específicas, como garantir a posse do território para Portugal e a exploração dos recursos naturais da colônia. Um bom exemplo de uma cidade anterior a Salvador que foi razoavelmente planejada é a parte antiga de Olinda, em Pernambuco, fundada em 1537. Os desenhos mais velhos mostram que no local em que se situavam a Igreja Matriz e a chamada torre do governador havia duas ruas retas, paralelas entre si. Depois, com o desmoronamento de parte do morro onde estava uma delas, a maioria desse traçado acabou se perdendo com o tempo.
outras cidades planejada......

Brasília, Belo Horizonte, Teresina e Palmas no Brasil; Canberra, Washington, a capital dos Estados Unidos; Nova Délhi...e

Dubai, a Cidade mais Moderna e Arrojada do Planeta

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Dicas para valorizar seu imovel

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/2014-05-31/10-dicas-para-valorizar-seu-imovel.html

Casa própria

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/2015-04-27/caixa-aumenta-restricao-para-financiamento-de-imoveis-usados.html

quinta-feira, 5 de março de 2015

casa-inteligente-?????????

http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2015/03/uma-unica-lampada-travou-completamente-uma-casa-inteligente-com-um-ataque-dos.shtml




Em 2009, o professor Raul Rojas decidiu conectar à internet praticamente todos os objetos e utensílios da sua casa em Berlim, na Alemanha.
A ideia era unificar os sistemas de iluminação, de eletrodomésticos, do ar condicionado e até mesmo do forno e fogão, para que eles pudessem ser acionados e desligados remotamente, pelo computador ou smartphone. Apenas as fechaduras da casa não foram conectadas (Rojas temia ficar preso fora de sua residência).
Rojas conseguiu conectar todos os objetos a um único sistema central, unificando protocolos e sistemas operacionais incompatíveis.
Durante quatro anos, tudo funcionou perfeitamente. Rojas apareceu em programas de decoração e tecnologia alemães, que chamavam sua casa de uma das primeiras residências inteligentes do país. O sistema unificado criado pelo professor foi até objeto de artigosacadêmicos na Alemanha.
Mas, certo dia, a casa de Rojas travou. Assim como um computador, sua residência parou de responder a seus comandos.  As luzes não acendiam, eletrodomésticos não funcionavam, o sistema de calefação não conseguia ser acionado.
Ao investigar a causa do problema, Rojas descobriu que a culpada era uma lâmpada inteligente.
"Conectei meu laptop à rede e percebi que uma das unidades da casa estava enviando pacotes de informações insistentemente", afirma Rojas ao site Fusion.
Ele percebeu que uma luminária estava queimada e tentava enviar ao sistema central da casa uma notificação dizendo que precisava ser trocada. Mas, ao fazer isso, mandava requisições continuas, sobrecarregando (e, mais tarde, travando) a rede.
Segundo Rojas, a luminária estava realizando um ataque de negação de serviço na própria casa, uma forma não muito sutil de dizer a seu dono: "me troque".
Para o professor de ciência da computação, o que aconteceu é um exemplo dos desafios que os donos de casas conectadas, principalmente os leigos em tecnologia, ainda precisam enfrentar.
"A tecnologia para casas inteligentes ainda é complicada. [A situação pela qual passei] seria terrível para uma pessoa normal. Elas derrubariam a casa tentando encontrar o que estava errado", afirma.

A casa do futuro, Coreia do Sul

terça-feira, 3 de março de 2015

Arquitetura-defensiva


Para muitos, as duras transformações ocorridas na cidade moderna não são aparentes. Vemos bancos e pontos de ônibus que se disfarçam de abrigo, mas o mergulho repentino do escritor Alex Andreou, do The Guardian, na vida de rua abriu seus olhos para a hostil realidade dessas e outras estruturas. Em Anti-Homeless spikes: 'Sleeping rough opened my eyes to the city's barbed cruelty, o autor lança luz sobre algumas concepções erradas a respeito da vida de rua e explica a infeliz tendência de projetar arquiteturas inabitáveis para impedir seu uso por sem-tetos.
De regadores no piso a pinos metálicos na calçada, a cidade moderna está repleta de técnicas defensivas que desencorajam o uso dos espaços por moradores de rua e incentivam, por sua vez, uma mentalidade do tipo "o que os olhos não vêem o coração não sente" para tornar esses lugares mais confortáveis para os outros. No entanto, Andreou argumenta que os efeitos desumanizadores desses gestos hostis afetam a todos, agindo como manifestações físicas da intolerância da sociedade e tornando o espaço público menos acolhedor para todos nós - moradores de rua ou não                                                                                                                                                                                                                             http://www.archdaily.com.br

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Vista geral da mansão no Morumbi, que serviu de locação da série dirigida por Fernando Meirelles          Felizes para Sempre?:      casa avaliada em R$ 142 milhões abriga cerca de 900 obras de arte


Fachada da casa desenhada por Ruy Ohtake